segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Calendário dos trabalhos sinodais



SÍNODO DOS BISPOS
CALENDÁRIO DOS TRABALHOS

III ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

5 Outubro
Domingo



10h
Inauguração Solene
Santa Missa na Basílica de São Pedro
6 Outubro
Segunda-feira



9h00 – 12h30


Primeira Congregação Geral
Saudação do Presidente delegado
Relatório do Secretário-Geral
Relatio ante disceptationem
Discursos livres

16h30 – 19h


2ª Congregação geral
Início do debate geral
TEMA:
Capítulo I
O desígnio de Deus sobre matrimónio e família
A família à luz do dado bíblico  (1-3)
A família nos documentos da Igreja  (4-7)
Capítulo II
Conhecimento e recepção da Sagrada Escritura e dos documentos da Igreja sobre matrimónio e família
(8)
O conhecimento da Bíblia sobre a família  (9-10)
Conhecimento dos documentos do Magistério  (11)
A necessidade de sacerdotes e ministros preparados  (12)
Acolhimento diversificado do ensinamento da Igreja  (13-14)
Alguns motivos da dificuldade de recepção  (15-16)
Promover um melhor conhecimento do Magistério  (17-19)

18h – 19h
Intervenções livres
7 Outubro
Terça-feira



9h – 12h30


3ª Congregação geral
Continuação do debate geral
TEMA:
Capítulo III
Evangelho da família e lei natural
O nexo entre Evangelho da família e lei natural  (20)
Problemática da lei natural hoje  (21-26)
Contestação prática da lei natural sobre a união entre homem e mulher  (27-29)
Desejável renovação da linguagem  (30)
Capítulo IV
A família e a vocação da pessoa em Cristo
A família, a pessoa e a sociedade  (31-34)
À imagem da vida trinitária  (35)
A Sagrada Família de Nazaré e a educação para o amor  (36-38)
Diferença, reciprocidade e estilo de vida familiar  (39-42)
Família e desenvolvimento integral  (43-44)
Acompanhar o novo desejo de família e as crises  (45-48)
Uma formação constante  (49)

16h30 – 19h


4ª Congregação geral
Continuação do debate geral
TEMA:

II PARTE
A PASTORAL DA FAMÍLIA FACE AOS NOVOS DESAFIOS
Capítulo I
A pastoral da família: as várias propostas em acção
Responsabilidade dos Pastores e dons carismáticos na pastoral familiar  (50)
A preparação para o matrimónio  (51-56)
Piedade popular e espiritualidade familiar  (57)
O apoio à espiritualidade familiar  (58)
O testemunho da beleza da família  (59-60)

18h – 19h
Intervenções livres
8 Outubro
Quarta-feira



9h – 12h30


5ª Congregação geral
Continuação do debate geral
TEMA:

Capítulo II
Os desafios pastorais da família
(61)
a) A crise da fé e a vida familiar
A acção pastoral na crise de fé  (62-63)
b) Situações críticas internas à família
Dificuldades de relação / comunicação  (64)
Fragmentação e desagregação  (65)
Violência e abuso  (66-67)
Dependências, mass media e social networks  (68-69)
c) Pressões externas à família
A incidência do trabalho sobre a família  (70-71)
O fenómeno migratório e a família  (72)
Pobreza e luta pela subsistência  (73)
Consumismo e individualismo  (74)
Contratestemunhos na Igreja  (75)
d) Algumas situações particulares
O peso das expectativas sociais sobre o indivíduo  (76)
O impacto das guerras  (77)
Disparidade de culto  (78)
Outras situações críticas  (79)

16h30 – 19h


6ª Congregação geral
Continuação do debate geral
TEMA:

Capítulo III
As situações pastorais difíceis
A. Situações familiares  (80)
As convivências  (81-82)
As uniões de facto  (83-85)
Separados, divorciados e divorciados recasados  (86)
Os filhos e quantos permanecem sozinhos  (87)
As mães solteiras  (88)
Situações de irregularidade canónica  (89-92)
Sobre o acesso aos sacramentos  (93-95)
Outros pedidos  (96)
Sobre os separados e os divorciados  (97)
Simplificação das causas matrimoniais  (98-102)
A atenção às situações difíceis  (103-104)
Não-praticantes e não-crentes que pedem o matrimónio  (105-109)
B. Sobre as uniões entre pessoas do mesmo sexo
Reconhecimento civil  (110-112)
A avaliação das Igrejas particulares  (113-115)
Algumas indicações pastorais  (116-119)
Transmissão da fé às crianças em uniões de pessoas do mesmo sexo  (120)

18h – 19h
Intervenções livres
9 Outubro
Quinta-feira



9h – 12h30

III PARTE
A ABERTURA À VIDA E A RESPONSABILIDADE EDUCATIVA
Capítulo I
Os desafios pastorais acerca da abertura à vida
(121-122)
Conhecimento e recepção do Magistério sobre a abertura à vida  (123-125)
Algumas causas da difícil recepção  (126-127)
Sugestões pastorais  (128)
Sobre a prática sacramental  (129)
Promover uma mentalidade aberta à vida  (130-131)

16h30 – 19h


8ª Congregação geral
Continuação do debate geral
TEMA:

Capítulo II
A Igreja e a família diante do desafio educativo
a) O desafio educativo em geral
O desafio educativo e a família hoje  (132)
Transmissão da fé e iniciação cristã  (133-134)
Algumas dificuldades específicas  (135-137)
b) A educação cristã em situações familiares difíceis  (138)
Uma visão geral da situação  (139-140)
Os pedidos dirigidos à Igreja  (141-145)
As respostas das Igrejas particulares  (146-150)
Tempos e modos da iniciação cristã das crianças  (151-152)
Algumas dificuldades específicas  (153)
Algumas indicações pastorais  (154-157)

18h – 19h
Intervenções livres
10 Outubro - Sexta-feira



9h – 10h30

9ª Congregação geral
Audição dos Ouvintes

11h – 12h30
Círculos menores (I Sessão)
Eleição do Presidente e Relatores

16h30 – 19h
10ª Congregação geral
Audição dos Delegados fraternos
11 Outubro - Sábado



9h00 – 12h30
Féria
Preparação da Relatio post disceptationem

16h30 – 19h
Féria
Preparação da Relatio post disceptationem
12 Outubro - Domingo




Féria
Preparação da Relatio post disceptationem
13 Outubro – Segunda-feira



9h – 12h30

11ª Congregação geral
RELATIO POST DISCEPTATIONEM
Intervenções livres

16h30 – 19h
Círculos menores (II Sessão)
14 Outubro - Terça-feira



9h – 12h30
Círculos menores (III Sessão)

16h30 – 19h
Círculos menores (IV Sessão)
15 Outubro - Quarta-feira



9h – 12h30
Círculos menores (V Sessão)

16h30 – 19h
Círculos menores (VI Sessão)
16 Outubro - Quinta-feira



9h – 10h
Círculos menores (VII Sessão)

10h
Entrega dos trabalhos na Secretaria

10h30 – 12h30

12ª Congregação geral
Relatório dos círculos
Intervenções livres

16h30 – 19h
Féria
Elaboração definitiva da Relatio Synodi
17 Outubro - Sexta-feira



9h – 12h30
Féria
Elaboração definitiva da Relatio Synodi

16h30 – 19h

13ª Congregação geral
Leitura do projecto Nuntius
Intervenções livres
18 Outubro - Sábado



9h – 12h30

14ª Congregação geral
Apresentação da RELATIO SYNODI
Leitura e aprovação do Nuntius final

16h30 – 19h

15ª Congregação geral
Aprovação da RELATIO SYNODI
Conclusão - Saudações
19 Outubro - Domingo



10h30

Missa Solene concelebrada
para a conclusão do Sínodo e a beatificação do Servo de Deus Paulo VI na Praça de São Pedro

Orlando de Carvalho

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

São pecadores e seguem o papa







Administro um grupo no Facebook em que só é possível publicar sobre o papa Francisco. Penso que o podemos considerar já um grupo grande.
Ao admitir novos membros, costumamos olhar o perfil das pessoas que se candidatam, para tentar evitar que entrem pessoas só com a intenção de publicar qualquer tipo de publicidade, que teremos depois o trabalho de eliminar.
Constatamos um facto que merece reflexão teológica e sociológica, pelo menos.
Muitas pessoas, que já estão no Facebook há anos e não pertencem a qualquer grupo, pedem para aderir a este.
Também pessoas que pertencem a grupos de nudistas, homossexuais declarados, que publicam anedotas e fotografias que não estão conforme o que se denomina normalmente moral ou moral cristã.
Desde logo colocam-se-me duas questões. Quem é esta gente, donde procedem? Que está este papa a fazer?
Esta gente são os povos e as nações até aos confins do mundo. 
Este papa está a abrir os braços a todos os povos e nações, a todas as gentes, todos pecadores, porque os santos se relacionam directamente com Deus, não precisam do papa a intermediar. Está a mostrar à Humanidade o sorriso misericordioso de Deus.
(Cabe aqui um parêntesis para assinalar que há uns séculos atrás, entre todos os colonizadores, os portugueses e os jesuítas portugueses fizeram algo de semelhante que foi interrompido pelas forças de pressão europeias, francesas e espanholas, em especial, junto da Sé Apostólica).
Deus abençoe este papa e o faça instrumento de chamamento de muitos à Casa do Pai.

Orlando de Carvalho


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Uma bicicleta do diabo!


Nunca naquela aldeia do interior de Portugal se tinha visto uma bicicleta, nem ao natural, nem em imagens, nem se tinha ouvido falar de tal coisa.
Estava-se em finais da monarquia ou princípios da república, mais coisa, menos coisa.
Um rapaz de uma ladeia ali perto, que andava a arrastar a asa a uma moçoila dali, lembrou-se de comprar uma bicicleta, coisa que já tinha visto em Coimbra, e pois, montado numa máquina daquelas, certamente teria mais facilidade em conquistar a rapariga que já amava.
Dito e feito, no Domingo de manhã, mesmo à hora da missa estar para começar, quando aquela que ele queria tocar no coração estivesse com a família e as amigas já no adro da igreja, ele iria passar num galanteio deveras exibicionista.
E o efeito da bicicleta foi de arromba!
Foi a moça e foram as amigas atrás da bicicleta, foram os rapazes da aldeia, jovens e menos jovens, até alguns mais velhos que se mexiam melhor, à mistura com os cães a ladrar, enfim, a aldeia foi em peso atrás da bicicleta. Bem, não foram todos: o padre e o sacristão ficaram para a missa e mais um ou outro fiel.
Indignado, o padre tratou de ir saber que máquina era aquela, logo nesse Domingo à tarde.
E à noite, quando todos se preparavam para ir para a cama, ou alguns já lá estariam, tocam os sinos a rebate. Em alvoroço, todos acorrem à igreja, onde as portas estavam abertas e a iluminação toda acesa.
Foram entrando, enquanto se deparavam com o padre, no altar paramentado de negro. Quem teria morrido, perguntavam-se?
Com a igreja cheia, o padre falou:
- Irmãos, o demónio anda à solta aqui na aldeia! Aquela máquina que viram hoje de manhã, com um diabrete montado nela, é uma das maiores obras de Satanás. Todos estão proibidos de se aproximar de máquinas daquelas. Estive a rezar e percebi que o Demónio inventou aquela máquina para acabar com os fiéis na missa. Quem for por Deus não volta a chegar perto de uma coisa daquelas e vem à missa. Quem se quiser sujeitar à tentação do maligno e olhar para uma bicicleta, que só existe para afastar os filhos de Deus da Santa Igreja, pois que siga o trilho da perdição.

Assim acabou a vida das bicicletas naquela aldeia, pois aquilo era obra do diabo, tão grande que as pessoas até deixavam de ir à missa. Pobre do padre que não foi capaz de guiar as suas ovelhas com melhor discernimento e motivação para o encontro com o Senhor.

Orlando de Carvalho
História ouvida num retiro.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O lugar do sacrário

Sacrário do Hospital Cuf Descobertas

Durante a celebração da missa, é proibida a exposição do Santíssimo Sacramento.
Importa saber que há várias formas de expor o Santíssimo, as razões porque se faz essa exposição e a justificação da regra que proíbe essa exposição simultânea com a missa.
Esclareçamos bem todas estas situações, porque elas se vão reflectir na própria arquitectura interior do templo e na disposição do respectivo mobiliário.
Desde os primeiros tempos da Igreja, logo que os cristãos começaram a entender o sentido do Pão consagrado e a sentir a necessidade dEle nas suas vidas, para além do ritualismo celebrativo, começou a delinear-se um duplo esquema perante a realidade do Pão fora da missa: por um lado, um sistema de alimentação com o Pão da Vida os que não podiam participar na Celebração da Partilha, por doença ou por retenção forçada, de modo especial os que estavam presos por causa da Fé; por outro lado, um sistema que permitisse alimentar os doentes graves súbitos ou acidentados, em perigo de morte antes de se celebrar novamente a eucaristia.
Deste modo surge o conceito de reserva eucarística, para atender os casos que precisavam de uma solução imediata. O Pão precisava de ser guardado com uma dignidade apropriada, tanto em relação ao recipiente como ao espaço onde se guardasse o próprio recipiente. Há escritos que relatam casos em que os fiéis levam para suas casas e conservam lá o Pão consagrado, para se alimentarem e para ser usado nos casos já referidos. Há também instruções precisas sobre o modo como o pão devia ser guardado, de modo a não ser atacado, por exemplo, por ratos.
Logo que surge a hipótese de erigir e manter capelas ou oratórios mais ou menos estáveis, é aí que o Pão passa a ser conservado. Surgem os sacrários: lugares da maior sacralidade onde permanece o Deus Vivo, em corpo, sangue, alma e divindade, como virá a ser definido mais tarde. A compreensão de que se trata do Deus vivo levanta alguns problemas em relação a deixá-lO sozinho nalgum lugar. Por outro lado, torna evidente que a relação com o Deus invisível, o diálogo com Ele pode ser feito de um modo mais perceptível. Foi certamente com grande alegria que os nossos antepassados na Fé fizeram a descoberta da possibilidade de contemplar a adorar Jesus presente no Pão conservado nos sacrários.
Hoje, a exposição do Pão consagrado para adoração pelos fiéis faz-se de modos diversos. Simplesmente, dentro do sacrário, junto do qual qualquer fiel que entre na igreja se pode chegar e conversar com o Senhor; dentro do mesmo sacrário, com a porta aberta, significando e permitindo uma maior intimidade; em alfaias litúrgicas apropriadas, chamadas custódias ou ostensórios. Custódias porque custodiam, guardam, o Corpo do Senhor; muitas vezes, de modo artístico e teológico, do centro onde se coloca a hóstia consagrada, irradiam raios, como de um sol, explicando que Jesus é a nossa luz, o nosso sol, e nestes casos podemos chamar ostensórios a estas alfaias. A exposição para adoração também pode ser feita com a deposição do Pão numa outra alfaia, a patena.
Sobre os fiéis reunidos para a adoração também muito haveria a dizer, mas vamos cingir-nos a falar de uma atitude de humildade, de piedade e de escuta do Senhor.
Durante a missa, o altar onde se vão colocar o pão e o vinho a fim de serem consagrados, transubstanciando-se no Corpo e Sangue de Nosso Senhor, ocupam o lugar central. É na expectativa deste milagre que acontece de cada vez que celebramos missa que o povo acorre às igrejas, à hora da eucaristia. A presença do sacrário pode causar alguns problemas práticos e teológicos, mesmo de consciência. Centrar a atenção sobre os acontecimentos que sucedem no altar, mesmo antes da consagração estar concluída ou no sacrário? Qual é a ordem de importância destes dois lugares? Ao deslocar-se na igreja, o fiel reverencia preferencialmente o altar ou o sacrário? E Jesus está verdadeiramente num lugar e noutro.
Esta situação complica-se quando se alinham no mesmo eixo que atravessa a Assembleia o altar, a cátedra do presidente e o sacrário; e quantas vezes, atrás do sacrário a cruz e o orago, ou um destes.
Recordo a situação que me constrangeu e que se passou com um sacerdote meu amigo. Tendo tomado posse há pouco tempo como pároco, dou com ele a presidir à festa de Natal da catekese, sentado na cátedra, no tal alinhamento, mas a cátedra na frente do altar. Estava numa magnificência total. Eu não conhecia esta faceta do padre Manuel Gonçalves, até pensava que ele nunca ousaria assumir tal exuberância. Fiquei aborrecido, mas não tive coragem de lhe dizer nada. Só se fez luz no meu cérebro quando, muito mais tarde – talvez em vésperas da festa de Natal do ano seguinte – ele me falou do seu desconforto quando o tinham feito sentar na frente do altar a presidir à festa da catekese, com o argumento de que era assim que se fazia lá na paróquia, impedindo-o praticamente de tomar outra opção. Dei-lhe toda a força para que se sentasse onde e como se sentisse mais confortável (e eu também).
Voltando à questão da exposição do Santíssimo Sacramento. É proibido que se faça em simultâneo com a celebração da missa. Se por acaso se estiver a fazer uma exposição e adoração de 24 horas e, no meio, se celebrar missa, o Santíssimo deve ser recolhido e voltar a ser exposto só após a missa.
Ao determinar deste modo, em coerência, a Igreja está a orientar no sentido de que se evite o tal alinhamento nas igrejas. E há muitos modos de o evitar. O mais elegante é desalinhar o sacrário. Quando a reserva que contém o Pão vivo está num dos lados da capela-mor ou numa capela lateral destinada a esse efeito, facilita a vida a quem vai à igreja, fora da missa, para adoração do Santíssimo no sacrário ou simplesmente para orar. Pretender que o sacrário esteja no alinhamento central acaba por ser um modo de retirar mérito ao santo sacrifício da missa.
Também há igrejas que optam por deslocar a cátedra para uma das laterais do presbitério. Esta hipótese tem contra si o corte no diálogo entre o presidente da assembleia eucarística e a Assembleia, em muitos casos. É muito importante que os fiéis vejam bem o que se passa sobre o altar e vejam bem a cara do presidente, que representa a Assembleia, no qual está presente o Senhor e com quem a Assembleia dialoga.
Nos tempos que se seguiram ao Concílio Vaticano II gerou-se alguma polémica que tem a ver com este assunto. O orago da igreja deve ou não estar na capela-mor por trás e acima do sacrário? Em muitas igrejas, tiraram-no e substituíram-no por uma cruz. Parece-me que se o efeito estético é agradável e não existem erros teológicos ou litúrgicos, não há razão para alterar a disposição do que faz parte do templo. Quando existe, deve fazer-se. Mas evitando a polémica, porque o essencial tem que ser superior ao gosto de cada um.

Para concluir, é importante que todos entendam a importância de um lugar reservado para ficar em silêncio em adoração. O que não é o mesmo que ficar numa igreja grande diante de um sacrário monumental e central, presidindo a todo o recinto. Isto não se aplica a tempos reservados a adoração comunitária com a devida exposição do santíssimo no lugar de maior destaque da igreja.